As discussões indiretas tiveram início em Doha com a participação de mediadores estrangeiros.
Ataques acontecem em meio a negociações por cessar-fogo.
Autoridades confirmam apoio de Israel a grupo palestino contra o Hamas.
Decisão israelense inclui termos como libertação de 10 reféns e devolução dos corpos de 18 pessoas.
Os bombardeios atingiram casas na região de Jabalia, ao norte de Gaza.
Uma autópsia revelou sinais de desnutrição extrema e prolongada.
Os bombardeios aéreos em Khan Younis resultaram na morte de 17 pessoas.
Autoridades indicaram que os ataques cessariam caso o Hamas concordasse em liberar mais reféns.
Barhoum era apontado como o substituto do ex-premiê de Gaza, Issam al-Daalis.
Israel negou veementemente todas as acusações, afirmando ter diretrizes que proíbem tais condutas.
Zamir assume cargo no lugar do tenente-general Herzi Halevi, que renunciou há algumas semanas.
O ataque ocorreu no terminal de ônibus e trens de Hamifratz, uma área central de Haifa.
Além dos reféns, corpo de Shiri Bibas também foi entregue nas últimas horas.
Três das vítimas são da família Bibas, que se tornou símbolo do sofrimento dos reféns israelenses.
Mantzur foi assassinado durante o cativeiro e seu corpo foi levado para a Faixa de Gaza.
A movimentação já era esperada como parte do acordo de cessar-fogo entre Israel e o grupo.
Reféns foram entregues à Cruz Vermelha, responsável pelo transporte e pela segurança dos libertados.
Previsão é que mais sete pessoas sejam soltas hoje, incluindo dois israelenses e cinco tailandeses.
O bombardeio de Gaza por Israel em retaliação ao Hamas matou quase 47 mil palestinos
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