Mãe e padrasto presos por morte de menino de 2 anos: detalhes do caso

Mãe e padrasto são detidos após óbito de criança por maus-tratos.
Policiais foram acionados pela equipe da UPA que atendeu o menino
Policiais foram acionados pela equipe da UPA que atendeu o menino (Foto: Reprodução)

A mãe e o padrasto do menino Benjamin Leonel, de apenas 2 anos, foram presos pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense. O triste desfecho se deu após a criança falecer, na última segunda-feira (13), vítima de maus-tratos em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro.

Investigação e Detalhes do Caso

Os fatos que levaram à prisão dos responsáveis pela criança chocaram a região. Benjamin deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Lafaiete com sinais alarmantes de agressão, incluindo hematomas no rosto e no tronco, além de sintomas preocupantes como diarreia, sonolência excessiva, desidratação e dificuldades respiratórias graves.

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A equipe da UPA relatou que, mesmo após esforços intensivos, o pequeno paciente não resistiu. Após uma hora de tentativas de reanimação, Benjamin sofreu paradas cardiorrespiratórias fatais. Mesmo com pedido de transferência para cuidados intensivos, o tempo se mostrou implacável.

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Desdobramentos e Providências Tomadas

A mãe do menino alegou que os sintomas surgiram abruptamente pouco antes da busca por atendimento médico. Contudo, a gravidade das lesões e do estado clínico levantaram suspeitas, resultando na intervenção da Polícia Militar, acionada pela UPA.

Os agentes policiais, do 15º BPM de Duque de Caxias, conduziram a mãe e o padrasto à Delegacia, onde o caso foi formalmente registrado. O corpo de Benjamin foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para os procedimentos necessários, enquanto os acusados enfrentam agora acusações de homicídio qualificado contra menor de 14 anos.

Essa triste história reflete a importância da proteção das crianças e da ação rápida diante de possíveis casos de violência. Que a justiça seja feita e que casos como este sirvam de alerta para a sociedade, reforçando a necessidade de vigilância e proteção das nossas crianças.

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