Mais de 452 mil trabalhadores já contrataram novo empréstimo consignado
Nova modalidade de empréstimo já movimentou expressivos R$ 2,8 bilhões.
O Crédito do Trabalhador, uma nova modalidade de empréstimo consignado destinada a trabalhadores com carteira assinada, já movimentou expressivos R$ 2,8 bilhões em 453.494 contratos. Essa iniciativa, em vigor desde 21 de março, tem como objetivo oferecer crédito consignado a até 47 milhões de trabalhadores formais, abrangendo não apenas colaboradores da iniciativa privada, mas também empregados domésticos, trabalhadores rurais e funcionários de microempreendedores individuais (MEI).
Até o momento, a parcela média dos empréstimos foi de R$ 349,20 , com um prazo médio de 18 meses . O valor médio concedido por trabalhador atingiu R$ 6.240,57 . Os dados revelam que diferentes faixas de renda aderiram ao Crédito do Trabalhador de acordo com suas necessidades financeiras.
- Trabalhadores com renda de até dois salários mínimos contrataram R$ 402,9 milhões .
- Aqueles com renda entre dois e quatro salários mínimos tomaram R$ 656,9 milhões em empréstimos.
- Trabalhadores que recebem entre quatro e oito salários mínimos contrataram R$ 472,9 milhões .
- Os que ganham acima desse patamar acessaram expressivos R$ 801,1 milhões .
Facilidades e garantias
Uma das vantagens do Crédito do Trabalhador é a possibilidade de escolher garantias para o empréstimo. Os trabalhadores podem utilizar até 10% do saldo do FGTS ou até 100% da multa rescisória para quitar o saldo devedor em caso de demissão, oferecendo mais segurança tanto para os colaboradores quanto para as instituições financeiras.
A contratação do Crédito do Trabalhador está disponível exclusivamente na Carteira de Trabalho Digital e, a partir de 25 de abril, poderá ser realizada em qualquer instituição financeira por meio de plataformas digitais. Além disso, a partir dessa mesma data, os trabalhadores que já possuem empréstimos consignados poderão migrar seus contratos para essa nova modalidade, mantendo o desconto direto em folha respeitando a margem consignável de 35% do salário .