Amor proibido

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Amor proibido
Amor proibido (Foto: Gerado por IA)

Sou uma flor solitária, de um jardim ensolarado
Entre violetas e pétalas de rosas, o vento vem se perfumar
Um céu azul cintilante, refletindo suas cores nas águas do mar
Espero por meu amor que nem sei se virá

Aquele que chega sem avisar
Escondendo-se nas sombras,
do brilho do sol
Ou nas noites escuras que não tem luar
Depois da chuva e do vento terem  levado as cores do arrebol

Um beija-flor sorrateiro, com o seu colorido enfeitando o ar
Voando sobre as flores, ávidas por seu beijo
Em mim, o ciúme fazendo despertar
Na espera que ele pouse no meu canteiro

Sigo as estrelas até o despertar da aurora
Ouvindo os pássaros acordando a cantarolar
À esperar a noite inteira por esse amor proibido, sem hora
Que na calada da noite, vem me procurar

Quero ser livre como uma pétala ao vento
Amar as borboletas que vêm me namorar
A ficar murcha, perder o perfume e minha cor
À esperar por um errante beija-flor