Picada quase invisível do Aedes aegypti preocupa e FMS quer ação intensificada
FMS alerta para riscos do Aedes aegypti e reforça cuidados para prevenir dengue, zika e chikungunya

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) divulgou um alerta sobre os riscos do Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. De acordo com a médica Amariles Borba, compreender o comportamento do inseto é fundamental para evitar sua proliferação e proteger a população.
A fêmea do mosquito é a responsável pela picada, já que precisa se alimentar de sangue para completar o ciclo reprodutivo e transmitir os vírus. Ela tem preferência por pessoas vestindo roupas escuras e consegue alcançar até apartamentos em andares elevados, utilizando roupas e elevadores como meio de transporte.
+ Participe do nosso canal exclusivo no WhatsApp!
A picada do Aedes é quase imperceptível. Isso acontece porque o inseto utiliza três lancetas que liberam substâncias com efeito anti-inflamatório, anticoagulante e anestésico. Dessa forma, a vítima não sente dor e não reage, o que favorece a sobrevivência do mosquito.
Outro aspecto preocupante é a resistência dos ovos. Eles podem permanecer grudados em superfícies por mais de um ano, aguardando condições ideais para eclodir. “Basta a presença de água limpa, água um pouco suja para que, em apenas cinco dias, o ciclo se complete e novos mosquitos estejam prontos para voar”, explica Amariles Borba.
Cuidados para evitar a proliferação do mosquito
A FMS reforça que a população deve redobrar os cuidados, eliminando qualquer tipo de água parada em recipientes, calhas e vasos. Além disso, recomenda-se lavar superfícies com escovão, sabão e água sanitária, garantindo a remoção dos ovos.
Segundo Amariles Borba, a prevenção continua sendo a principal arma contra a dengue, zika e chikungunya. “A colaboração de todos é essencial para reduzir os focos do mosquito e evitar novos casos dessas doenças”, conclui.
Divulgue seu negócio e venha fazer sucesso junto com o ROTA343. Clique aqui e entre em contato conosco!





