Operação do Ministério Público: Advogado é inocentado sem provas de ligação com

Arquivou a investigação sobre o advogado
Priscila Maia destacou que não há provas para a instauração de uma ação penal no caso do advogado
Priscila Maia destacou que não há provas para a instauração de uma ação penal no caso do advogado (Foto: Freepik)

A juíza Priscila Devechi Ferraz Maia, da 5.ª Vara Criminal de Guarulhos, na Grande São Paulo, arquivou a investigação sobre o advogado Áureo Tupinambá de Oliveira Fausto, alvo de uma operação da Promotoria estadual contra o avanço do PCC em prefeituras e câmaras municipais. A decisão, atendendo ao pedido do próprio Ministério Público, ressalta a ausência de provas da atuação do investigado na organização criminosa.

Detalhes da investigação e desfecho

O advogado, que já foi diretor da Câmara de Cubatão, foi alvo do Gaeco, grupo do Ministério Público voltado ao combate ao crime organizado. Após intensa pressão judicial, Áureo, que chegou a ser preso, agora vê o arquivamento da investigação, evidenciando a falta de elementos para uma ação penal contra ele. A Promotoria recentemente desencadeou uma operação para desarticular um núcleo ligado ao PCC, que teria infiltrado 'laranjas' em cargos estratégicos de gestões municipais para conquistar licitações de forma fraudulenta.

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Repercussão e futuro do advogado

Em entrevista, Áureo Tupinambá afirmou que decidiu se afastar da Câmara de Cubatão por iniciativa própria e planeja retornar ao cargo. Ele ressalta que, apesar do trauma, a inexistência de irregularidades nos processos licitatórios da instituição, após investigação minuciosa, permite que siga em frente de forma digna: "O arquivamento não apaga o trauma, mas poderei seguir minha vida de cabeça erguida", declarou o advogado.

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