G7 pede paz, mas Trump deixa cúpula ao negar cessar-fogo com o Irã

Os EUA afirmaram não participar dos ataques israelenses, mantendo uma postura defensiva na crise.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou a declaração conjunta do G7 pedindo paz e estabilidade no Oriente Médio, destacando o direito de Israel se defender. Porém, Trump surpreendeu ao deixar a cúpula antes do previsto, em meio ao agravamento do conflito entre Israel e Irã, reiterando que não está interessado em negociar um cessar-fogo.

Em suas redes sociais, Trump afirmou: “Não tem nada a ver com cessar-fogo. Estou atrás de algo muito maior”. Ele acrescentou que, se o Irã desejar dialogar, saberão como encontrá-lo. Os Estados Unidos afirmaram não participar dos ataques israelenses, mantendo uma postura defensiva na crise.

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Novo plano de Trump e posicionamento do G7

O presidente não revelou detalhes sobre o suposto novo plano, indicando apenas que mais informações seriam divulgadas nos próximos dias. Enquanto isso, o G7, composto por sete países, reforçou a importância da contenção no conflito. O grupo declarou que Israel tem o direito de autodefesa e ressaltou a posição contrária à posse de armas nucleares pelo Irã, buscando uma solução para a crise que inclua um cessar-fogo em Gaza.

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A assinatura do comunicado do G7 representou uma mudança na postura de Trump, que inicialmente relutou em aderir ao texto. Ao deixar o encontro no Canadá, o presidente reforçou a necessidade de escalada militar e aconselhou a população de Teerã a evacuar imediatamente.

Conflito em curso e desdobramentos recentes

Pouco após a saída de Trump, Israel lançou novos ataques contra alvos militares no oeste do Irã, resultando na morte do general Ali Shadmani, em Teerã. Em retaliação, o Irã disparou mísseis balísticos contra cidades israelenses, deixando um saldo de dez feridos. O conflito, que já dura cinco dias, causou centenas de mortes e gerou repercussões diplomáticas.

Israel relata controle aéreo em parte do território iraniano e segue mirando estruturas militares e instalações nucleares. A situação permanece tensa, com a comunidade internacional atenta aos desdobramentos do confronto entre Israel e Irã.

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