Ex-vereador é liberado após flagrante com arma, munições e dinheiro em Madeiro
A prisão ocorreu recentemente, e a decisão judicial foi proferida no sábado (28).

Um ex-vereador de Madeiro, identificado como Antônio Hilário Meireles de Sousa, recebeu liberdade provisória após ter sido detido em posse de uma arma de fogo, munições e R$ 40.400 em espécie, sem documentação de origem. A prisão ocorreu recentemente, e a decisão judicial foi proferida no sábado (28).
Não foi divulgado o motivo da prisão, mas durante a audiência de custódia, realizada no mesmo dia da concessão da liberdade provisória, o juiz Georges Cobiniano Sousa de Melo determinou que o ex-vereador mantenha endereço atualizado e compareça bimestralmente em juízo para informar e justificar suas atividades.
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A Polícia Militar do Piauí (PMPI) comunicou que o ex-vereador foi abordado em uma caminhonete durante um patrulhamento de rotina em Madeiro. Na revista veicular, os militares encontraram uma pistola, 17 munições e a quantia em dinheiro mencionada.
Detalhes da abordagem
Segundo a PMPI, o ex-vereador alegou ser CAC (Caçador, Atirador e Colecionador) e apresentou um Certificado de Registro de Arma de Fogo (Craf). No entanto, ele não possuía a guia de tráfego obrigatória no momento da abordagem e não conseguiu apresentar a documentação de origem do dinheiro apreendido.
A defesa do ex-vereador não se pronunciou sobre o caso até o momento da última atualização desta notícia.
Decisão judicial e restituição do dinheiro
O juiz Georges Cobiniano Sousa de Melo justificou que, apesar dos alegados 100 metros de distância entre a abordagem e a residência do ex-vereador, o local onde ocorreu a detenção era diferente do endereço autorizado para o porte da arma, situado no povoado de Carreiras, zona rural do município.
A falta da guia de tráfego no momento da abordagem foi um ponto relevante na decisão do magistrado, que ressaltou a sua obrigatoriedade. Além disso, a origem do dinheiro apreendido não pôde ser comprovada, resultando na recusa da restituição dos valores por falta de documentação que ateste a licitude da quantia.
O caso está sob investigação pela Delegacia de Polícia Civil de Luzilândia, aguardando novos desdobramentos para esclarecer os acontecimentos.
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