Clandestinidade na segurança privada: novo estatuto impulsiona setor
Novo estatuto anima setor.

A sanção do novo estatuto da segurança privada trouxe entusiasmo para empresas e associações do setor, ao estabelecer normas para combater a clandestinidade. A legislação, aprovada recentemente, visa regular a atuação de empresas de segurança privada e transporte de valores, combatendo a presença de empresas que operam de forma clandestina, conforme apontado pelo Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2024.
Combate à Clandestinidade
O relatório revela que o número de empresas clandestinas no segmento é o dobro das regulamentadas, movimentando cerca de R$ 60 bilhões anualmente, fora do alcance da arrecadação de tributos. A nova legislação, segundo Marco Antônio Lopes, presidente da Associação Brasileira de Profissionais de Segurança, define claramente as funções dos vigilantes, reduzindo desvios e atividades clandestinas.
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Regulamentação de Armamentos Não Letais
Além disso, a legislação regulamenta o uso de armamentos não letais pelas empresas autorizadas. Agora, os prestadores de serviço contam com diretrizes claras para aquisição e uso de coletes à prova de balas, armas, munições e equipamentos não letais, com especificações técnicas definidas pela Polícia Federal.
A CONDOR, líder em tecnologias não letais, projeta um aumento significativo no mercado interno da segurança privada. O CEO, Frederico Aguiar, enfatiza que a nova legislação representa um marco ao regular o uso responsável dessas tecnologias, alinhando-se com a demanda da sociedade por segurança adequada e eficaz.
Com essas mudanças, a expectativa é que o número de vigilantes em atuação dobre até o final de 2025, impulsionando o setor e promovendo maior segurança e transparência nas operações de empresas de segurança privada.
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