Primeira morte por dengue em 2025 em Teresina é confirmada

Homem de 45 anos é primeira vítima fatal da dengue este ano na capital piauiense.

No início de abril deste ano, Teresina registrou um caso preocupante de dengue, com a primeira morte em 2025 . Um homem de 45 anos faleceu em um hospital particular da capital devido às complicações da doença, conforme informações da Fundação Municipal de Saúde (FMS).

Sintomas e diagnóstico

A vítima, ao ser admitida na unidade de saúde, apresentava sintomas como mialgia, náuseas, vômitos e plaquetas reduzidas . Após o seu falecimento, exames confirmaram que a causa foi, de fato, a dengue, gerando preocupação nas autoridades de saúde locais.

Redução de casos em 2025

Entre janeiro e março deste ano, Teresina notificou 693 casos de dengue , representando uma redução de 60% em relação ao mesmo período de 2024, quando foram registrados 1.755 casos na cidade.

Segundo o diretor de Vigilância em Saúde da FMS, Walfrido Salmito, apesar da diminuição nos casos, é importante que a população permaneça vigilante e busque atendimento médico ao identificar qualquer sintoma suspeito, a fim de receber o tratamento adequado.

Quadro no Piauí

O estado do Piauí também enfrenta desafios com a dengue, tendo registrado a primeira morte em fevereiro de 2025 , de uma menina de 12 anos, residente em Nazaré do Piauí. Com 2.459 casos prováveis e 1.166 confirmados até o início de abril, o estado busca conter a propagação da doença.

Alerta aos sintomas e prevenção

Os sintomas da dengue incluem febre, dor de cabeça, manchas vermelhas na pele, entre outros. É fundamental que, ao surgirem os primeiros sinais da doença, a pessoa busque assistência médica imediatamente , evitando complicações graves.

Além disso, a prevenção é essencial para combater a dengue. Manter a limpeza dos ambientes, eliminar recipientes com água parada e utilizar repelentes são medidas importantes para evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti .

Em localidades onde a vacina está disponível, a imunização da população considerada em risco é fortemente recomendada, contribuindo para a redução da incidência da doença.