O Velho Monge

Lá vai o Velho, de vento em proa
Descendo majestoso, caminho das lagoas
Lá vem o Velho, de vento em popa
Margeando roças, lavando Roupas
Saudando afluentes
Por onde passa, saúda abraça
Reúne águas, depois deságua
Água turva, visão profunda
Água barrenta, rompe, arrebenta
A garça no caminho, voa, saúda
E assenta no ninho
A água no leito, a garça no ninho
O barco no eito, navega retilíneo
Lá vem o Velho, lá vai o Monge
Passa perto, vai pra longe
Alto mar é seu destino
Águas calmas, cristalinas
Águas turvas das salinas
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