Falo

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Falo
Falo (Foto: Gerado por IA)

Quão glande e carinhoso és na morada,

Num entra e sai constante como abelha,

Consumindo energias em centelha,

Produzindo delírio à namorada

.

A percorrer via úmida e rosada,

Vai romanticamente por esguelha,

Comendo pela beira o que assemelha,

A flor do feijão, bela e perfumada.

.

Em recíproco ardor de envolvimento,

Existe um belo e terno sentimento,

Na sanguínea corrente ao coração.

.

Na dança da conquista vulva e falo,

Completam-se na rota do embalo,

A glande a friccionar flor de feijão.