A lua foi testemunha

A lua foi testemunha
do meu ápice de amor.
Ouviu as minhas juras
de um eterno amor.
E ela, então, cedeu
e ali mesmo se entregou.
Quando se despiu,
revelando-se sem pudor,
disse-me que sentia
um fogo abrasador.
Não me fiz rogado,
saciei o seu ardor
com beijos e carícias,
num gemido ensurdecedor,
que fez a lua, encabulada,
até se afastar,
deixando-nos na penumbra
até que tudo culminou
com o êxtase
do nosso amor.
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