A Colina

Nas manhãs, no topo da colina
O frio assobia com o sopro do vento
O sol desperta com seus raios de luz
Iluminando os campos, apagando a neblina
Como o rio que corre sem parar
Percorrendo os caminhos que o levam ao mar
Descendo as corredeiras, a floresta a desbravar
Vencendo as barreiras, levando os barcos a navegar
O assobio do vento vem me chamar
Para descer às corredeiras do rio com suas águas
Navegar até o mar de águas cálidas e abissais
Levar o aroma das flores e me impregnar
Sou como a colina verdejante
Como a carícia da brisa que vem do mar
Minha alma é um jardim que o orvalho rega as flores
É doce um bem querer que me faz desabrochar.
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