Mulher agredida com 61 socos não tem previsão de alta hospitalar

Vítima está em processo de recuperação no Hospital Universitário Onofre Lopes, da UFRN.
Juliana Gracia, mulher espancada com mais de 60 socos pelo namorado
Juliana Gracia, mulher espancada com mais de 60 socos pelo namorado (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

A mulher identificada como Juliana Garcia ainda se encontra em fase de recuperação no hospital, sem previsão de alta após ter sido brutalmente agredida com 61 socos pelo namorado. 

A advogada responsável pela defesa de Juliana, Renata Araújo, comunicou que a paciente está em processo de recuperação no Hospital Universitário Onofre Lopes, da UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte), em Natal, onde passou por uma cirurgia de reconstrução facial em decorrência das agressões. 

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De acordo com informações compartilhadas pela defesa nas redes sociais, Juliana tem recebido apoio e solidariedade de várias pessoas que desejam demonstrar carinho à vítima, porém, por motivos de segurança e seguindo orientações médicas, não está autorizada a receber flores no hospital. Além disso, visitas de pessoas externas à sua rede de apoio estão temporariamente suspensas. 

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O acusado, Igor Eduardo Pereira Cabral, alegou ter sido agredido por policiais penais dentro da Cadeia Pública Dinorá Simas, em Ceará-Mirim (RN), onde está sob custódia. A Secretaria da Administração Penitenciária (SEAP) do Rio Grande do Norte afirmou ter tomado medidas imediatas após a denúncia recebida na sexta-feira (1). 

As autoridades competentes estão investigando o caso, com a Polícia Civil encarregada das apurações. A Corregedoria do Sistema Prisional também está acompanhando a situação, comprometendo-se a adotar as medidas cabíveis dentro de suas competências. 

Relembre o caso

O ex-jogador de basquete, Igor, encontra-se detido preventivamente após as imagens capturadas por câmeras de segurança o mostrarem agredindo violentamente Juliana com mais de 60 socos, resultando em sérias lesões e um "enorme" edema facial na vítima. 

O agressor justificou a agressão como uma reação a uma suposta "crise de claustrofobia" desencadeada no elevador enquanto estava com Juliana. Juliana Garcia continua sob cuidados médicos e recebendo tratamento hospitalar, enquanto o desenrolar dos acontecimentos segue sob investigação das autoridades competentes.

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