Jovem é preso por latrocínio e acaba confessando outro homicídio

Ele é suspeito de participação no latrocínio de Bruno Rodrigues Lemos, ocorrido em abril de 2025.

Na manhã de quinta-feira (26), as autoridades prenderam um jovem de 18 anos, inicialmente identificado como E. A. S., no bairro Tabajaras, na Zona Leste de Teresina. Ele é suspeito de participação no latrocínio de Bruno Rodrigues Lemos, ocorrido em 1º de abril de 2025. Durante o interrogatório conduzido pelo Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), o jovem admitiu sua responsabilidade em outro homicídio.

No dia, Bruno Rodrigues foi abordado por três criminosos no bairro Porto do Centro, por volta das 5h da manhã. Segundo informações do 5º Batalhão da Polícia Militar (5º BPM), os suspeitos atacaram a vítima com cerca de quatro disparos antes de fugir levando a motocicleta do jovem.

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Segundo o delegado Divanilson Sena, do DHPP, outro indivíduo relacionado ao latrocínio foi identificado durante as investigações em 18 de junho; contudo, ele já estava sob custódia por outro delito na Cadeia Pública de Altos. Um terceiro envolvido permanece prófugo até o momento.

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No momento da prisão do suspeito, os policiais civis apreenderam uma pistola de fabricação artesanal em sua residência, evidenciando o potencial da atividade criminosa.

Confissão de outro homicídio durante interrogatório

No decorrer do interrogatório, o jovem de 18 anos admitiu também ter cometido um homicídio contra Francisco Moreira de Alencar Filho, 37 anos, em 18 de janeiro de 2025, no bairro Tabajara, Zona Leste da capital piauiense.

A Polícia Militar do Piauí (PMPI) foi acionada por volta das 3h30 da madrugada, após o brutal assassinato. Francisco Filho, conhecido como “Kaká”, foi encontrado sem vida em um bar onde participava de uma festa e consumia bebidas alcoólicas. Sua bicicleta foi localizada na mesma rua onde seu corpo foi descoberto.

Testemunhas ouvidas pela DHPP afirmaram que a vítima não possuía ligação com atividades criminosas ou uso de drogas, embora fosse portadora de transtornos mentais, não fazendo uso de medicação para o quadro.

O Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) continua a investigação minuciosa dos dois casos, visando a captura do terceiro envolvido e a completa elucidação dos fatos.

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