Influencer de Teresina relata agressão do ex-namorado

Paulla revelou que a violência começou em outubro de 2025, motivada principalmente por ciúmes.

A influenciadora Paulla Rafaella compartilhou nas redes sociais que sofreu agressão física do ex-namorado em Teresina. Ela formalizou a denúncia na Casa da Mulher Brasileira e trouxe o caso a público no domingo (01). As informações são do g1.

Paulla revelou que a violência começou em outubro de 2025, motivada principalmente por ciúmes. O episódio mais recente aconteceu na noite de sábado (31), em sua residência na Zona Norte de Teresina. Durante a tentativa de fuga pela janela, ela foi impedida pelo ex-companheiro.

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"Não foi a primeira vez, já tiveram outros episódios. Ele sempre muito agressivo e eu, sempre muito dependente emocional, aceitava tudo. No sábado, tentei fugir pela janela e ele não deixou. Ele me trancou no quarto, tomou meu celular e só me entregou quando saiu. Eu tentava gritar, mas não conseguia porque ele tampava minha boca”, relatou.

A influencer, mãe de três filhos, mencionou que seu filho mais velho, de 11 anos, presenciou parte da agressão através de uma fresta na porta.

"Ele estava em desespero, mandando meu pai, de 68 anos, ligar para a polícia, mas meu pai, sem saber o que estava acontecendo, não fez nada”, completou Paulla.

Paulla também apresentou ao g1 mensagens do ex-namorado após a agressão, nas quais ele afirmava estar ao lado dela e desejava "passar por isso juntos". O relacionamento dos dois durava cerca de 10 meses, e Paulla revelou que perdoava o ex após outras agressões na esperança de que não se repetissem.

Violência uma semana antes do caso mais recente

Em 22 de janeiro, Paulla foi agredida novamente, mas omitiu o fato da família, justificando que havia caído no banheiro. A influencer relatou viver um ciclo de dependência emocional.

"Do dia 22 eu perdoei, eu tinha medo. Dizia aos meus pais, amigos de trabalho, pra todo mundo, que caí do banheiro e só eu vivendo a luta silenciosa dentro de mim. Eu sempre me calei, sempre fiquei em silêncio. Ele me agredia e depois dizia que se arrependia”, afirmou em vídeo publicado nas redes sociais.

Paulla contou que já havia chamado a polícia em uma ocasião anterior, mas acabou desistindo. “Já tinha chamado a polícia uma vez, porém sempre voltava. Não nego, eu chorava e me humilhava”, afirmou.

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