Empresário recebe 43 anos de prisão por morte de policial
O policial foi atingido na axila, recebeu atendimento médico, mas não resistiu.
O empresário Bruno Manoel Gomes Arcanjo foi sentenciado a 43 anos e seis meses de prisão. Ele foi responsabilizado pelo assassinato do policial civil Marcelo Soares da Costa, de 42 anos, além de tentativa de homicídio contra outros três policiais civis.
O crime ocorreu em 3 de setembro de 2024, durante uma operação do Departamento de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), em Santa Luzia do Paruá, localizada no Norte do Maranhão. Marcelo Soares da Costa foi baleado e não resistiu.
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A operação tinha como alvo principal Bruno Arcanjo, acusado de estelionato. Em uma tentativa de escapar, Arcanjo se refugiou em sua residência, momento em que disparou contra os agentes. Marcelo foi atingido na axila, recebeu atendimento médico, mas não resistiu.
Nascido em Alagoas, Bruno Arcanjo operava um esquema fraudulento no Piauí, junto a um primo pernambucano e um cúmplice piauiense. Recentemente, o piauiense foi detido em Teresina, enquanto o primo conseguiu evadir-se.
O esquema envolvia a colaboração de funcionários do Detran, suspeitos de crimes como falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. A prática envolvia a criação fictícia de veículos, emitindo documentações fraudulentas para obter financiamentos bancários.
Os bancos, ao detectarem a fraude, acionaram a polícia. Em um dos casos mais relevantes, uma instituição financeira teve um prejuízo superior a R$ 1,6 milhão. As investigações continuam, e novas prisões estão previstas, mirando outros envolvidos no esquema criminoso.
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