Sede do Sintetro é furtada no Centro de Teresina e objetos são queimados

Criminosos invadem sede do Sintetro em Teresina e causam grandes prejuízos
Criminosos invadem sede do Sintetro em Teresina e causam grandes prejuízos.
Criminosos invadem sede do Sintetro em Teresina e causam grandes prejuízos. (Foto: Reprodução)

A sede do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário do Piauí (Sintetro) foi furtada na madrugada desta quarta-feira (26) no Centro de Teresina. A suspeita é que os criminosos tenham entrado pela janela do piso superior, que estava aberta, é realizado o crime. O Sintetro agora aguarda a perícia para depois contabilizar o valor do prejuízo.

Dentro da sede, portas foram arrebentadas, um ar condicionado foi desmontado e a fiação de internet foi levada. Na sala da comunicação, onde documentos do sindicato ficam guardados, as gavetas foram reviradas e papéis foram queimados. Um computador completo que estava na sala foi levado. A diretoria do sindicato também contabilizou que cadeiras foram quebradas.

“Hoje para nossa surpresa a gente chegou e vimos que eles fizeram o estrago grande. Roubaram toda fiação da internet prejudicando todos os nossos trabalhos, fora isso levaram o computador, quebraram as cadeiras, o ar condicionado todinho. Mas o que está deixando a gente mais preocupado é a questão do fogo. Porque eles colocaram fogo sendo que aqui ao lado é uma loja de plástico. Se pega fogo nesse prédio pega no Centro interior. Então nossa preocupação, além do roubo, é essa questão do fogo”, explica o presidente do Sintetro, Antônio Cardoso.

A nova gestão do sindicato afirmou estar no prédio há cerca de três anos, com esse sendo o primeiro evento de furto no local. Apenas a parte de cima do prédio foi vandalizada. A Polícia Militar foi acionada e instruiu os membros do sindicato a realizarem boletim de ocorrência. A perícia também foi acionada para investigar o crime.

“Sentimento de raiva porque a gente trabalha né. Você vê um ar condicionado desses que custa mais de R$ 2 mil e é um prejuízo muito grande. O prejuízo que ficou é muito grande e fora a decepção que a gente tem de trabalhar e não ser respeitado. Eles deixaram o caminho feito já e a gente teme”, conta.