Após ataque em Tremembé, ministério promete reforçar proteção ao MST

Ministério dos Direitos Humanos promete segurança a grupos como MST após violência.
Da esqueda para a direita, Gleison Barbosa, Valdir Nascimento e Denis Carvalho
Da esqueda para a direita, Gleison Barbosa, Valdir Nascimento e Denis Carvalho (Foto: Reprodução/ MST)

O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania anunciou medidas para reforçar a proteção de movimentos sociais, como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), após um ataque ao assentamento Olga Benário em Tremembé, interior de São Paulo.

Proteção e Assistência

Após o ataque que resultou na morte de duas lideranças e deixou cinco feridos, o ministério declarou a necessidade urgente de fortalecer as políticas de proteção aos defensores de direitos humanos. Além disso, será oferecida assistência às lideranças do assentamento atacado.

Compromisso e Ações Futuras

O Ministério dos Direitos Humanos afirmou que em 2025 intensificará ações para fortalecer a proteção das comunidades e dos movimentos sociais que atuam em defesa dos direitos humanos. Destacou ainda a importância da comunicação de situações de risco pelos movimentos para que medidas preventivas sejam adotadas.

Resposta e Acompanhamento

O Ministério da Justiça e Segurança Pública determinou que a Polícia Federal acompanhe o caso, evidenciando a preocupação com a violação de direitos humanos. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva designou o ministro do Desenvolvimento Agrário para acompanhar as investigações.

Detalhes do Ataque

O ataque ao Assentamento Olga Benário foi realizado por um grupo armado que atirou contra os assentados, resultando em três mortes e cinco feridos. O MST destacou que o local enfrenta pressões da especulação imobiliária, o que tem gerado constantes ameaças às famílias assentadas, mesmo após denúncias às autoridades.