Após amistoso, Seleção Feminina embarca para disputa da Copa do Mundo
Delegação chegará na terça-feira em Brisbane, onde fará a preparação final para a estreia.
A Seleção Brasileira Feminina embarcou em voo fretado no final da madrugada desta segunda-feira (3) rumo à Austrália. A delegação deixou o Brasil saindo do Aeroporto Internacional de Brasília com destino à Brisbane com a delegação, as 26 atletas e 31 membros da comissão técnica.
No trajeto, o avião fará uma pausa para abastecimento na Polinésia Francesa. O deslocamento Brasília-Papeete tem previsão de 14h35. Logo, seguirá rumo à Brisbane, este último trecho com estimativa de 8h50 de duração. A delegação desembarca no Aeroporto Internacional de Brisbane às 18:35 (horário local) de terça-feira (04). Em seguida, partirá rumo a Gold Coast de ônibus, onde fará a preparação final para a Copa do Mundo Feminina FIFA 2023.
Logo antes do embarque, a lateral da Seleção Brasileira Thamires explicou o sentimento de finalmente viajar para o país-sede do Mundial.
"Estamos emocionadas e felizes. É um novo sonho, um novo processo. A gente vai pensar nessa preparação para se adaptar aos horários da Austrália. Já estamos tendo a melhor preparação possível para que a gente estreie bem no dia 24", afirmou.
Brasil 4 x 0 Chile
A Seleção Brasileira Feminina fez bonito em seu último amistoso antes da Copa do Mundo. Goleou o Chile por 4 a 0, neste domingo (2), no Arena BRB Mané Garrincha, em Brasília, e deixou o campo sob aplausos da torcida.
A Copa será disputada na Austrália e na Nova Zelândia e o grupo do Brasil, além de Panamá, conta também com França e Jamaica.
Gols
O Brasil abriu o placar logo aos 4 minutos, Nycole cruzou da direita e Gabi Nunes se antecipou à zaga para finalizar de cabeça. A goleira Canales se esticou toda, mas não evitou o gol.
Aos 28 minutos, Antonia foi quem cruzou, de novo da direita, e Duda Sampaio, no meio da área, cabeceou com estilo para ampliar. Sem defesa para Canales. O placar de 2 a 0 sintetizava a superioridade da Seleção Brasileira.
O Chile tentava alguma coisa em contra-ataques, mas esbarrava na boa performance do meio e da defesa brasileira. Quando os rivais conseguiam concluir as jogadas, a goleira Letícia aparecia bem e tranquilizava a equipe.
Mal o Chile tentava se refazer do segundo gol, a bola sobrou na meia-lua para Luana, após mais um ataque do Brasil, e a jogadora do Corinthians fez um belo gol. Ela teve tempo de dominar e ajeitar a bola para dar um chute certeiro.
Com 3 a 0, desenhava-se a goleada e a Seleção não puxava o freio de mão. Do lado de fora, a técnica Pia Sundhage incentivava suas jogadoras. Ela, no entanto, sabia do desgaste físico de algumas e por isso fez várias substituições no segundo tempo.
A Seleção usaria a cabeça de novo, aos 4 da etapa final, para fazer 4 a 0. Dessa vez, a bola veio do lado esquerdo, numa assistência de Tamires para Geyse, que cabeceou com perfeição.
Na sequência, Pia promoveu várias substituições e fez as 16 mil pessoas presentes ao Mané Garrincha se levantarem para ver Marta entrar em campo. Seis vezes eleita a melhor jogadora do mundo, Marta substituiu Rafaelle aos 28 minutos. Criou algumas boas situações e mostrou o quanto pode ser útil na campanha da Copa.
*com informações da CBF