Uma coroa assanhada

Agora, ela era uma coroa assanhada, digamos que de bem com a morte. No passado, recerbera elogios de muitos admiradores pela sua imponência. Pela ação do tempo, que não poupa ninguém, também estivera esquecida e abandonada. Agora, bons ventos de sopros ternos lhe reanimou o ego e fora raptada para reinar no túmulo de um defunto fresco, no mesmo cemitério.
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