Para-raios

O para-raios já existia bem antes
Do tão extraordinário espeto de metal,
Que um tal Benjamin tirou do seu bornal,
Com o mesmo vigor da cria de Cervantes.
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Quando tudo vacila no quartel de Abrantes,
E tudo se transforma em perigo invernal,
Do Zênite escapando a descarga fatal,
Na família jamais seremos imigrantes.
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Por isso, tudo cai sobre ela como fogo,
Chamam-na de sistema opressor, mãe de afogo,
Patriarcal falido, patrono do atraso.
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Sendo da “sociedade sua célula mater”,
Forja onde se constrói a vida e o caráter,
Quem a denigre é louco ou tem juízo raso.
Ps :
Hoje, não é mais segredo que o Socialismo quer destruir a família, o Estado e a moral cristã judaica. Pra isso, usa todas as suas artimanhas em diversas frentes. A última foi no carnaval carioca, apresentando a família tradicional enlatada e ridicularizada.
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