As estrelas

Vem a tarde findando lenta e calmamente,
Enquanto a brisa sopra acariciando o rosto,
E na cadenciada morna do sol posto,
As primeiras estrelas surgem no oriente.
Parecem salpicada aleatoriamente,
Contudo sem ferir nem arrostar o bom gosto,
São ainda mais brilhantes em setembro e
[ agosto,
Algumas de lugar mudam cadentemente.
No momento em que o sol recolhe os raios
[ brandos,
As estrelas emergem do infinito aos bandos
E ao vir um novo dia, céleres logo desaparecem
Seguem na contramão muitos dos ideais,
Que brilham ao nascer dos dias e jamais
Continuam quando eles, enfim, esmaecem.
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