A volta do parafuso

Já se foram cinquenta longos anos,
Em que tive minh'alma atropelada,
Na juventude início da jornada,
Vejo à porta os primeiros desenganos.
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À francesa saíste em novos planos,
Só em ti, tão somente interessada,
Da caligem agora vens, do nada!
E pensas tu que eu tenha quentes panos.
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Julgas-te tão soberba certamente,
Que nada possa ser-te indiferente
E esteja aos teus pés ajoelhado…
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Mas não é bem assim, minha senhora!
Para tudo na vida tem a hora,
E a hora daquele amor é no passado.
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