Arquivo Pessoal

Mozaniel Almeida

Piauiense de coração e alma, contador de causos por vocação e técnico em Agrimensura por formação. Vive em Aracaju desde 1989, onde segue espalhando seu bom humor e amor pela terra natal. Autor do livro É Causo? Deixa que eu conto, também participou de obras coletivas. Não é poeta nem filósofo — é só um cabra arretado que gosta de contar histórias.

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A vaidade do poeta

A vaidade do poeta
A vaidade do poeta (Foto: Gerado por IA)

Nenhuma vaidade me completa,

Orgulho algum me serve de bengala,

A jactância, decerto, não me abala,

Qualquer pompa ser-me-á obsoleta

.

Fazer versos não faz de mim poeta

E a inspiração não mora em minha sala,

Ela é divina em toda a sua escala,

É Indomável, é bela, é dileta.

.

Da Divina Comédia ao Cordel

Nordestino, do vate do bordel

À shakespeariana poesia,

.

Existe uma centelha sublimada,

Que brota da ideia versejada,

Num excelente brilho de magia.

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